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Iniciativa da ONG Comunicação e Cultura em parceria com os institutos Camargo Corrêa e Alpargatas já distribuiu mais de 27 mil exemplares de jornais escolares. A 3ª edição chega às escolas no início do segundo semestre
Quando regressarem para o 2º semestre do ano letivo, no final de julho, alunos de mais de 120 escolas das cidades de Alagoa Nova, Campina Grande, Ingá, Mogeiro, Guarabira e Serra Redonda – na Paraíba, receberão a nova edição dos jornais produzidos pelo projeto Jornal Escolar – Primeiras Letras.
O projeto tem como objetivo estimular e desenvolver o uso da escrita e a formação cidadã de alunos do ensino fundamental por meio da produção de jornais escolares. A metodologia foi desenvolvida e é aplicada em diversas escolas do Brasil pela ONG Comunicação e Cultura. Na Paraíba, a produção é realizada pela ONG em parceria com os Institutos Camargo Corrêa (ICC) e Alpargatas (IA), que articulam no Estado o programa Escola Ideal, e com as secretarias municipais de educação.
A implantação na Paraíba surgiu por meio de um diagnóstico feito pelo ICC e pelo IA nas escolas. Entre as prioridades apontadas estavam a necessidade de aproximação entre família, escola e comunidade; formação de educadores e realização de atividades extraclasse. Para isso, o Primeiras Letras foi uma das iniciativas escolhida.
Desde a implantação do projeto, técnicos da Comunicação e Cultura realizam oficinas sobre gêneros textuais junto às equipes pedagógicas das secretarias municipais, que replicam os conhecimentos aos professores. Em sala de aula, os alunos são orientados a debaterem os temas, refletirem sobre as ilustrações e elaboração de textos. O material diagramado é enviado à ONG, que imprime e envia os jornais às escolas, que realizam a distribuição. A tiragem é igual ao número de alunos por escola mais 10% que são distribuídos na comunidade escolar.
“Como a proposta do projeto é resgatar a função social da escrita e desenvolver a cidadania nas crianças, o jornal escolar contribui para tornar mais prazeroso o ato de aprender”, explica Francisco Azevedo, diretor executivo do Instituto Camargo Corrêa. E o resultado reflete no aprendizado, como conta Glauciane Frutuoso, coordenadora do projeto em Alagoa Nova (PB). “Os professores estão mais motivados com a nova ferramenta e, em sala de aula, a produção ajudou a avançar no aprendizado”, conta.
A iniciativa está dando certo e, por isso, o Instituto Camargo Corrêa já pensa em expandir a idéia para outras regiões onde tem projetos, como Apiaí (SP) e Ipojuca (PE).
Mais informações:
http://comcultura.org.br/
Alguns exemplares produzidos podem ser vistos nos links:
http://www.institutocamargocorrea.org.br/Documents/Jornal_CampinaGrande.pdf
http://www.institutocamargocorrea.org.br/Documents/Jornal_AlagoaNova.pdf
http://www.institutocamargocorrea.org.br/Documents/Jornal_Inga.pdf