5/5/2009 

 Exposição fotográfica apresenta projeto social em Angola 

 

Foi aberta em 30 de abril, na sede administrativa do Grupo Camargo Corrêa em São Paulo, a exposição Angola – Viagem do Conhecimento. A mostra reúne 20 imagens do fotógrafo angolano José Silva Pinto. Elas trazem as salas de leitura da Escola Santa Mônica e do Centro Social Santa Bakhita, ambas na capital Luanda. As imagens ficarão expostas até 31 de maio.

 

Cada foto é acompanhada de um texto explicativo ou um depoimento. Um dos testemunhos é do coordenador pedagógico do Centro Social Santa Bakhita. “A sala de leitura é como uma luz, pois ilumina a juventude da comunidade. Os livros são instrumento para isto e ajudam na formação integral de crianças e jovens.”

 

A iniciativa é do Instituto Camargo Corrêa (ICC), que em julho de 2008 promoveu a campanha interna Viagem do Conhecimento. Ela consistia na doação de livros, revistas e gibis para as duas instituições de ensino de Angola. “As imagens mostram a reação de crianças e jovens que receberam o material doado pelos profissionais das empresas do Grupo Camargo Corrêa”, disse o diretor executivo do ICC, Francisco de Assis Azevedo.

 

Segundo Azevedo, o objetivo da exposição é divulgar aos profissionais do Grupo como os livros estão sendo utilizados nas escolas e como são fundamentais para o desenvolvimento e aprendizagem das crianças e dos jovens contemplados. “Na Angola, a carência por esse tipo de material é muito grande”, lembrou a assistente social da Camargo Corrêa Angola, Rosana Góis, que veio ao Brasil conferir de perto a exposição.

 

Histórico
No Brasil, profissionais das empresas do Grupo embarcaram na Campanha Viagem do Conhecimento, em julho de 2008, e doaram mais de 10 mil livros, revistas e gibis, que atualmente fazem parte do acervo das bibliotecas das escolas.

 

Enquanto isso, em Angola, as salas de leitura foram modernizadas para receber os materiais. A reforma e a montagem da biblioteca da Escola Santa Mônica envolveu cerca de 20 voluntários. Já no Centro Social Santa Bakhita, quase 50 pessoas trabalharam na obra de reestruturação.



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